Eduardo Matos de Alencar, membro e presidente do Instituto Arrecife, analisa o caos das brigas entre torcidas em Pernambuco.
Um confronto violento entre torcidas organizadas do Santa Cruz e do Sport, em Recife, no último fim de semana, chocou o país. O episódio, ocorrido horas antes do clássico pelo Campeonato Pernambucano de 2025, resultou em cenas de extrema brutalidade, incluindo agressões, depredações e até um caso de estupro.
Apesar da mobilização de centenas de policiais, a violência evidenciou falhas no planejamento e na execução das medidas de segurança. No artigo, publicado pela Gazeta do Povo, Eduardo Matos de Alencar analisa as raízes históricas e psicológicas da violência entre torcidas, comparando-a com exemplos internacionais e discutindo as medidas adotadas no Brasil para conter o problema. Apesar de leis e iniciativas recentes, como o Estatuto do Torcedor e a extinção formal de algumas torcidas, a impunidade e a falta de implementação de tecnologias como reconhecimento facial e ingressos nominais continuam a dificultar o controle efetivo da violência.
O texto também aborda a influência política e financeira das torcidas organizadas, além da necessidade de uma reforma no sistema de justiça criminal para coibir comportamentos violentos e garantir a segurança nos eventos esportivos.
O texto completo pode ser lido no jornal Gazeta do Povo pelo link.